Taqiyya (engano sagrado)

Se quiserem perceber a ética dos muçulmanos referente aos infiéis, nada melhor do que começar entendendo a definição de Taqiyya. Os muçulmanos se aproximam de nós do ocidente com flores, cantos de paz, e com pedidos de igualdade e democracia para praticarem seu religião discretamente. Imãs e milionários árabes abrem fundações para promover a difusão da cultura islâmica em várias universidades, de forma a acrescentar tijolos na construção de uma diversidade cultural “pacifica”, com os sorrisos da grande mídia. Paulatinamente, vão ocupando espaços e usando sua influência para lembrar lideres que sua cultura já vai começando a ser parte considerável da realidade, fazendo simpáticos pedidos de respeito aos seus feriados religiosos e hábitos alimentares. Os açougues vão sendo obrigados a transformar sua carne em halal para atender uma maior demanda de clientes, e no fim eles se tornam um de nós, e dizemos: “eles estão assimilando, de alguma forma, a nossa cultura”.

 

Especialistas colocam na mesma balança o cristianismo e o islamismo, dizendo que ambas cometeram erros na mesma medida. Mas realmente é justo comparar um e outro? E será que o islamismo tem algo semelhante àquela regra de ouro cristã, onde Jesus Cristo fala que “tudo quanto quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles, porque esta é a Lei e os Profetas” (Mt. 7.12), abrindo os olhos aos cristãos que tanto crente como descrente têm que ser tratados com igualdade? Essa regra é um dos pilares de todas a democracias do ocidente, mas vejamos quais as verdadeiras crenças dos muçulmanos quanto a nós (infiéis), e o que lhes ditou Maomé sobre a questão dos kafir.

 

Texto: Israel Pestana

Tradução do vídeo: Israel Pestana

Revisão do vídeo: Flávio Ghetti

 

3 comentários

  • ERICK Nilson Correa E Silva SILVA

    Boa materia! Nao ao islamismo!

  • Magdiel

    Ótima explicação, ainda há quem diga que o o Islã é a religião da paz, da igualdade, fraternidade e tudo mais, não passa de uma grande mentira como foi explicado no vídeo. Alá foi um enganador, Maomé foi um enganador, essa história de que existe muçulmano bonzinho por aí é papo furado, mas quando é que vão entender isso?!

  • Luiz Neto

    Ou seja, aos muçulmanos é permitido mentir para enganar os cristãos, judeus, ateus e todos os não-muçulmanos. E assim eles vão enganando toda a Europa se dizendo refugiados quando na verdade querem é conquistar o continente inteiro. E se deixar vão fazer isso por aqui no Brasil também.

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