Taqiyya (engano sagrado)

Se quiserem perceber a ética dos muçulmanos referente aos infiéis, nada melhor do que começar entendendo a definição de Taqiyya. Os muçulmanos se aproximam de nós do ocidente com flores, cantos de paz, e com pedidos de igualdade e democracia para praticarem seu religião discretamente. Imãs e milionários árabes abrem fundações para promover a difusão da cultura islâmica em várias universidades, de forma a acrescentar tijolos na construção de uma diversidade cultural “pacifica”, com os sorrisos da grande mídia. Paulatinamente, vão ocupando espaços e usando sua influência para lembrar lideres que sua cultura já vai começando a ser parte considerável da realidade, fazendo simpáticos pedidos de respeito aos seus feriados religiosos e hábitos alimentares. Os açougues vão sendo obrigados a transformar sua carne em halal para atender uma maior demanda de clientes, e no fim eles se tornam um de nós, e dizemos: “eles estão assimilando, de alguma forma, a nossa cultura”.

 

Especialistas colocam na mesma balança o cristianismo e o islamismo, dizendo que ambas cometeram erros na mesma medida. Mas realmente é justo comparar um e outro? E será que o islamismo tem algo semelhante àquela regra de ouro cristã, onde Jesus Cristo fala que “tudo quanto quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles, porque esta é a Lei e os Profetas” (Mt. 7.12), abrindo os olhos aos cristãos que tanto crente como descrente têm que ser tratados com igualdade? Essa regra é um dos pilares de todas a democracias do ocidente, mas vejamos quais as verdadeiras crenças dos muçulmanos quanto a nós (infiéis), e o que lhes ditou Maomé sobre a questão dos kafir.

 

Texto: Israel Pestana

Tradução do vídeo: Israel Pestana

Revisão do vídeo: Flávio Ghetti

 

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