Quando transparência significa tirania

Governo Aberto [http://bit.ly/2tvtYmA] é a fraude pela qual George Soros impõe, e assegura, sua vontade política aos países, sob o pretexto de promover a transparência, à luta contra a corrupção, o incremento da participação social e o desenvolvimento de novas tecnologias (ou seja, tudo em nome da “efetividade” e “responsabilidade”). Ele tira vantagem de governos fantoches [http://amzn.to/2tq6Zcs], controlados por ele com mão de ferro, na tentativa de aumentar sua fortuna e criar um sistema globalista de governança que substitui a soberania nacional.

A estreita relação de George Soros com o ex-presidente Barack Obama pode ser vista no suporte financeiro e outros tipos de apoio fornecidos pelo Open Society Institute ao projeto “Open Government Partnership”[http://bit.ly/1le9XDy], anunciado na ONU em 20 de setembro de 2011 por Obama e Dilma Rousseff.

“Aplaudimos os presidentes Obama e Rousseff por terem lançado essa iniciativa”, disseram as Fundações da Open Society em comunicado. “Pretendemos trabalhar com parceiros em todo o mundo para apoiar e monitorar de todo o coração os esforços dos governos para assumir esses compromissos e cumprí-los”.

Obama usou seu discurso na ONU logo após o anúncio para incitar o mundo a “aproveitar o poder das sociedades abertas” para combater a corrupção. Isso soava muito como algo vindo do próprio George Soros, que gastou centenas de milhões de dólares por ano promovendo “sociedades abertas” nos EUA e mundo afora. Seu network é chamado de “Open Society Foundations” e Soros nomeou uma de suas fundações como “Open Society Institute”.

Curiosamente [http://bit.ly/2trDnL6], sem ampla cobertura da mídia, no dia 29 de novembro de 2016, na gestão de Haddad, aconteceu o I Encontro Brasileiro de Governo Aberto no Centro Cultural São Paulo. Serão as cidades do Rio de Janeiro, Canoas, Belo Horizonte e o estado do Mato Grosso as próximas vítimas do governo aberto? O grupo de mobilização “Eu voto no Haddad, me pergunte por quê” continua com sua atividade mesmo após a eleição. Para tanto, teve encontro em 25/10/2016 [http://bit.ly/2trheg3] com integrantes do São Paulo Aberta – iniciativa que visa articular ações de governo aberto na Prefeitura paulistana. A ideia na agenda do grupo é discutir fiscalização e transparência da próxima gestão.

Em 11 de abril de 2017, na Gestão de Dória, [http://bit.ly/2up5zvp] houve uma audiência pública promovida pela Controladoria Geral do Município em conjunto com a Secretaria Municipal de Relações Internacionais de São Paulo para a discussão do edital para a seleção de “Agentes Formadores de Governo Aberto”. Não contente com isso, a Controladoria Geral do Município usará agentes públicos da REDE INFO ABERTA [http://bit.ly/2sscEKz] como “fiscais” e multiplicadores, em seus próprios órgãos, da “cultura” de governo aberto. O Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil [http://bit.ly/2rrWC7C] diz buscar a transparência, a eficiência e a eficácia na destinação dos recursos públicos, assim como estabelecer segurança jurídica para que as organizações da sociedade civil para conseguir verba estatal dentro de regras claras, ou será que tal lei na verdade estabeleceria os sovietes tropicais?

Leia também:

Um Movimento Massivo para derrubar George Soros explode na Macedônia
http://wp.me/p6u2W3-Vv

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *