Pigman declara guerra ao Islã

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12243243_10208179107986266_1303160068548630932_nUma nova série de quadrinhos intitulada The Infidel, Featuring Pigman está a travar uma nova guerra contra o Islã no território inexplorado da história em quadrinhos. A série é concebida por alguém que reconheceu o erro do Islã desde a mais tenra idade e depois da indignação ao testemunhar o ataque ao World Trade Center, sabia de apenas um meio para expressar sua indignação com o Islã, assim o Pigman nasceu. Aparecendo recentemente no The Flipside with Michael Loftus, o cartunista Bosch Fawstin explica como tudo aconteceu.

Fawstin foi criado em uma família muçulmana considerada “moderada,” onde ele testemunhou em primeira mão o extremo da misoginia, do ódio aos judeus e até mesmo a admiração por Hitler dentro de sua própria família. Ele conta que a maioria das mulheres de sua família foram espancadas, provando que ser muçulmano pode ser qualquer coisa, exceto moderado. “Essa foi a minha primeira experiência com o Islã, então eu sabia que havia algo errado nisso mesmo quando era criança, especialmente por eu ter sido criado na América,” Fawstin explicou.

À medida que envelhecia, Fawstin seguia a religião de sua família mas encontrou nos escritos e filosofia de Ayn Rand uma forma convincente de expressão:

Então eu fui de Maomé, o ideólogo mais misógino e anti-semita da face da terra, para a filosofia criada por uma mulher de origem judaica.

E agora, Fawstin é o primeiro autor e ilustrador de gibis anti-jihad do mundo.

Na entrevista, Fawstin explicou que a idéia de criar o Pigman surgiu após o atentado as torres gêmeas. Após aquele evento traumático, ele começou a revisitar o seu passado e decidiu responder da única maneira que sabia – por meio de histórias em quadrinhos:

Eu fiquei fora de mim – Eu estava horrorizado, e não apenas por causa da atrocidade, e não apenas por nossos colegas americanos saltarem das torres, mas a nossa resposta ao atentado foi patética. Desde os funcionários do governo até a mídia nos dizendo o quanto o Islã era “pacífico.”

A única razão pela qual nós estamos falando sobre o Islã é por causa do 9/11, por causa da jihad, porque isso significa qualquer coisa exceto paz.

Fawstin criou o Pigman – um ex-muçulmano, vestindo couro de porco, declarando guerra aos jihadistas. No trabalho e Fawstin, o Pigman faz algo “que o governo americano se nega a fazer.”

“O nosso governo não permitiu que nossos militares acabassem com o inimigo,” disse Fawstin. “Eles poderiam ter acabado com o inimigo logo após o atentado, mas preferiram se omitir. Então minha resposta como artista foi o Pigman.”

Fawstin relembra o tempo em que a Marvel mostrava o Capitão América esmurrando o Hitler. Agora, ele lamenta, eles criam super-heróis muçulmanos como a Ms. Marvel e o Lanterna Verde Muçulmano.

Pela forma em que o assunto é abordado em seus quadrinhos, a obra de Fawstin está disponível apenas na ComiXology, pois todas as outras editoras rejeitaram seu trabalho.

Fawstin descreveu o cenário para The Infidel, Featuring Pigman: Em um telhado em Nova York enquanto o ataque terrorista as torres gêmeas acontece. O homem que se tornará Pigman está com seu amigo, Muhammad, discutindo enquanto o primeiro avião passa velozmente acima de suas cabeças. Os dois são testemunhas oculares do que certamente é um ataque terrorista, Muhammad cai no chão orando: “Allahu Akbar.” Por outro lado, Pigman prometeu naquele instante, “Eles vêm para nos matar e vão morrer por isso.”

Loftus, o entrevistador, pediu a Fawstin para defender seu posicionamento sobre o Islã:

Islã é Islã. Todo Corão muçulmano, tanto faz se eles são “moderados” ou extremistas, tem a seguinte passagem, “Mate todos os infiéis onde quer que você os encontre.” Apenas porque uns seguem isso e outros não, não significa que essa religião não estimule o muçulmano a pô-la em prática – é disso que se trata o Islã.

O profeta dos muçulmanos foi um tirano – um tirano absolutista. Ele matou pessoas ou simplesmente as decapitou. É dessa religião que estamos tratando. E esses sujeitos do atentado de 11 de setembro eram legítimos fiéis. Eles foram aqueles que seguiram o Corão de uma forma que o ocidente até então não tinha se dado conta. Lançar aviões em prédios? Nenhuma religião faz aquilo. Nenhum devoto faz aquilo.

Todos os muçulmanos são inocentes, nós somos culpados até provarmos que também somos muçulmanos. É dessa forma que o Islã atua. Os únicos inocentes são os muçulmanos e fim de papo. Mas eles precisam dessa propaganda porque se as pessoas soubessem da verdade, quem quer que dissesse que o Islã é a religião da paz seria ridicularizado até não aguentar mais, ou pior.

Loftus trouxe o argumento dos relativistas que tentam igualar os cristãos fundamentalistas com os muçulmanos extremistas ao usar as passagens do velho testamento como a de apedrejar mulheres adúlteras, por exemplo. Fawstin discordou e explicou a diferença:

Velho Testamento vs Novo Testamento – as pessoas falam sobre isso. Não há o Velho Corão vs Novo Corão, há apenas o Corão. Sempre foi assim, pois os muçulmanos não foram influenciados pelo iluminismo. Os muçulmanos rejeitaram o iluminismo por completo. Então onde quer que você veja um muçulmano saindo para a jihad, não há nada no islamismo que o impeça – absolutamente nada – especialmente quando se tem como referencial e inspiração Maomé. “Bem, Maomé matou, irei seguir seus passos.” E se eles não matarem será bom para nós, mas eles não estariam praticando a própria religião. E estariam tentando nos vender a ideia que estão seguindo a religião quando na verdade são hereges.

Loftus pediu por mais esclarecimentos se há ou não um Islã “moderado.” Novamente Fawstin explicou indo direto ao ponto:

Não, há somente um Islã. O Islã é radical por natureza. Há os muçulmanos que ignoram o Corão, o que é bom para nós. Eu quero que mais muçulmanos desobedeçam o Corão. Mas aqueles que o obedecem, como o ISIS, o Estado Islâmico não encontram muçulmano nenhum capaz de achar um argmento islâmico que os condene, eles apenas dizem “eu os odeio.” Isso é tudo o que eles tem a dizer?

Loftus concordou que os muçulmanos não seriam tão rápidos em apontar uma passagem no Corão que condenasse as ações do ISIS, enquanto relembrava a insistência do Presidente Obama em afirmar que o ISIS não seguia o verdadeiro Islã. Fawstin estava mais do que de acordo:

O trabalho do nosso governo, desde George Bush até o Obama, foi proteger o Islã ao invés do cidadão americano. Essa defesa sistemática do Islã vem ocorrendo desde o ataque ao World Trade Center.

Assista a entrevista completa:

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