“Obama entra numa agência bancária”

Hussein Barack Obama

O presidente Barack Obama, cercado por seu séquito de agentes do Serviço Secreto, entra numa agência bancária em Chicago para descontar um cheque.

Obama:
“Bom dia, senhora. Eu gostaria de descontar este cheque”.
Caixa:
“Sem problemas, senhor. Você tem sua carteira de motorista consigo?”
Obama:
“Na verdade, não. Eu não costumo dirigir, e honestamente, não pensei que fosse precisar mostrar alguma identificação. Quero dizer, eu sou o presidente”.
Caixa:
“Sim senhor, eu sei quem você é. Mas temo que os regulamentos bancários sendo como são… Vou precisar ver um documento com foto.”

Obama dá um suspiro com cara de quem está surpreso e confuso.

Obama:
“Mas pergunte a qualquer um no banco, todos saberão quem eu sou. Todo sabem quem sou eu”.
Caixa:
“Desculpe-me Senhor Presidente, mas regras são regras”.
Obama:
“Por favor, deve haver algo que você possa fazer. Preciso descontar este cheque para comprar o presente de dia dos namorados da Michelle.”

A mulher do caixa pensou por um minuto.

Caixa:
“Deixe-me contar uma coisa, Senhor Presidente. Duas semanas atrás a Daiane dos Santos esteve aqui na mesma situação, então executou um triplo mortal carpado bem ali, no meio do saguão e conseguiu comprovar que era realmente ela. Noutra ocasião Fafá de Belém cantou o hino nacional brasileiro à capela. Em ambos os casos aceitamos isto como identificação e descontamos os cheques. Então, Senhor Presidente, há que algo que possas fazer para provar que de fato és Barack Hussein Obama, presidente dos Estados Unidos da América?”

Por alguns minutos o Sr. Obama ficou em pé, pensando no que poderia fazer.

Obama:
“Bem, você sabe, eu não consigo pensar em algo. Minha mente está totalmente vazia. Eu não tenho absolutamente nenhuma ideia do que fazer nesta situação. É sério, nenhuma pista.”

A caixa sorriu e disse:
“Será em notas de $50 e $100, ou em trocados, Sr. Presidente?”.

Dizem que a melhor piada é aquela que possui fundamentos reais. Parece que é verdade.

Fonte: Young Conservatives.

Tradução: Hélio Costa Jr
Revisão e Adaptação: Flavio Ghetti

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