Os 4 estágios da conquista islâmica

Por Civilus Defendus

ESTÁGIO 1: INVASÃO

Muçulmanos começam a imigrar para países não-muçulmanos frequentemente, e o início dos conflitos culturais já são visíveis, mesmo que na maior parte das vezes esses sejam sutis.

  • Primeira onda de imigração no país não-muçulmano.
  • Apelos para uma tolerância humanitária por parte da sociedade local.
  • Tentativas de descrever o islã como uma religião pacífica, e os muçulmanos como vítimas da ignorância e do racismo (mesmo o islã não sendo uma “raça”)
  • Alta taxa de natalidade nas famílias muçulmanas residentes no país que as recebeu causa o crescimento da população muçulmana.
  • Mesquitas são usadas para disseminar o islã e desmoralizar o país onde residem e sua cultura.
  • Pressões para a criminalização da “islamofobia” como discurso de ódio.
  • Apontamento de todo tipo de ação legal contra muçulmanos como uma suposta discriminação
  • São propostos “diálogos interreligiosos” para indoutrinar os não-muçulmanos.

Quantos países estão hoje sofrendo uma invasão muçulmana? Um? Cinco? Praticamente todos? As “lideranças” islâmicas da Irmandade Muçulmana e de outras organizações desejam acabar com a soberania de todos os países e substituí-las com a imposição global da Sharia, a lei islâmica. A Sharia, baseada no Alcorão, na Sira e no Hádice, condena a liberdade e o estado democrático de direito, sendo portanto incompatível com as leis de todos os países ocidentais, como o autor e historiador Serge Trifkovic afirma:

A recusa das elites ocidentais em proteger seus países da invasão jihadista é a maior traição da história.

ESTÁGIO 2: CONSOLIDAÇÃO DO PODER

Muçulmanos imigrantes e nativos convertidos continuam a exigir mais e mais assistência estatal: emprego, educação, serviços sociais, financiamentos e benefícios legais.

  • O proselitismo cresce: estabelecimento e admissão de células jihadistas.
  • Dedicação na conversão dos segmentos alienados da sociedade para o islã.
  • Esforços revisionistas são empregados para islamizar a história.
  • Empenho na destruição das evidências históricas que revelam a verdade sobre o islã.
  • Intensificação da propaganda anti-ocidental e da guerra psicológica.
  • Busca por alianças com os que compartilham dos mesmos objetivos (comunistas, anarquistas).
  • Tentativas de indoutrinar as crianças com a cosmovisão islâmica.
  • Intensificação dos esforços para intimidar, calar e eliminar os não-muçulmanos.
  • Pressão para a criação de leis contra a “islamofobia” e a blasfêmia para calar os críticos.
  • Foco contínuo no crescimento da população muçulmana via reprodução e imigração.
  • Uso de ONG’s para atrair patrocinadores e financiar a jihad.
  • Esforços são empregados para converter os cidadãos nativos e assim causar a destruição da sociedade local a partir de dentro.
  • Criação de bases políticas muçulmanas na sociedade não-muçulmana.
  • Redes islâmicas de financiamento sustentam o crescimento político e financiam a aquisição de terras.
  • Ostensivos assassinatos de críticos, com objetivo de intimidar oposição.
  • Tolerância com os não-muçulmanos diminui.
  • Aumento das reivindicações para adoção de condutas estritamente islâmicas
  • Criação de arsenais clandestinos reunindo armas e explosivos
  • Ostensiva rejeição e desconsideração da cultura e do sistema legal do país não-muçulmano
  • Esforços voltados para o enfraquecimento e para a destruição dos pilares de sustentação das religiões não-muçulmanas, em especial os do judaísmo e do cristianismo.

Não é óbvio que existe uma tendência aqui? Theo van Gogh assassinado na Holanda por “insultar” o islã; apelos por parte da Organização das Conferências Islâmicas para a criação de leis “anti-blasfêmia” nos países da ONU; França volta e meia atacada por “jovens” (leia-se muçulmanos); ódio perpetrado contra cristãos, judeus, hindus e budistas; aumento do número de assassinatos em nome da (des-)honra… negação do holocausto… anti-semitismo… a fraude é um dos princípios do islã. A tendência que vemos em tudo isso é ascensão da intolerância islâmica e da jihad cultural silenciosa para a recriação das sociedades locais conforme a Sharia, as destituindo de sua soberania e substituindo-a pela lei islâmica, que condena todo o tipo de liberdade terrena e individual, rejeitando por extensão o convívio pacífico entre as religiões, a igualdade entre os sexos e ideia de soberania nacional fora da esfera de influência islâmica (doutrina Dar al-islam).

ESTÁGIO 3: GUERRA ABERTA CONTRA AS LIDERANÇAS E A CULTURA

A violência é usada como instrumento para imposição da Sharia e das restrições culturais associadas a ela; cresce a rejeição ao governo local e a subjugação das outras religiões e costumes.

  • Ações intencionais para o enfraquecimento do governo e da cultura local.
  • Atos de barbaridade para intimidar os cidadãos e fomentar o medo e a subserviência.
  • Esforços, tanto visíveis como secretos, para causar o colapso econômico da sociedade.
  • Toda a oposição é confrontada e, então, erradicada ou calada.
  • Execução em massa de não-muçulmanos.
  • Limpeza étnica generalizada por parte das milícias islâmicas.
  • Rejeição e provocações à cultura e às leis seculares da sociedade local.
  • Assassinato dos intelectuais muçulmanos “moderados” que não apoiam a islamização.
  • Destruição de igrejas, sinagogas e outras instituições não-muçulmanas.
  • Mulheres têm seus direitos restringidos, de acordo com a Sharia.
  • Extermínio populacional em grande escala, assassinatos e bombardeios.
  • Deposição do governo e usurpação do poder político.
  • Imposição da Sharia.

O site www.thereligionofpeace.com mantém um registro do número de ataques violentos dos jihadistas da melhor forma que pode. O site lista mais de 14.000 ataques desde setembro de 2001, vale a visita. No entanto, acontece que é praticamente impossível estimar o número de ocorrências onde muçulmanos são ameaçados pelos seus próprios correligionários por não serem “muçulmanos o suficiente”, onde não-muçulmanos são intimidados e forçados a fazer o que os muçulmanos desejam, onde o restante da população está numa espiral de mortes pelo simples fato de não ser muçulmana em uma área predominantemente muçulmana. Cristãos, judeus, hindus, budistas, animistas e ateus convivem diariamente com a iminência da morte, com o confisco e a destruição de suas propriedades, com estupros, conversões forçadas, excessiva taxação (a jizya), escravidão, multidões furiosas e várias outras formas de (in-)justiças islâmicas nas mãos dos muçulmanos no Sudão, nas Filipinas, no Quênia, na Malásia, na Índia e em outros países, isso sem contar a “morte aos apóstatas” em todo o mundo.

ESTÁGIO 4: “TEOCRACIA” TOTALITÁRIA ISLÂMICA

O Islã se torna a única ideologia religiosa/política/judicial/cultural.

  • A Sharia se torna a “lei da terra”.
  • Todos os direitos humanos são anulados.
  • Escravidão e genocídio da população não-muçulmana.
  • A liberdade de expressão e a imprensa são erradicadas.
  • Todas as religiões, exceto o islã, são proibidas e aniquiladas.
  • Destruição de todas as evidências que apontem para a existência dos povos não-muçulmanos, sua cultura e seus símbolos (budas, casas de culto, obras de arte, etc).

A “Casa do Islã” (“paz”), ou Dar al-Islam, inclui aqueles países que se submeteram aos princípios islâmicos, e, portanto, à discriminatória lei Sharia, que condena a liberdade e desintegra a alma. O resto do mundo está na Casa da Guerra, Dar al-harb, pois esse não se submete a Sharia, e vive em uma condição de rebelião ou guerra com a vontade de “Alá”. Nenhum país não-muçulmano e seus cidadãos é “inocente”, sendo possíveis alvos de ataques enquanto não acreditarem em “Alá”. As pessoas cristãs, judias, coptas, hindus e zoroastrianas de todo o mundo tem sofrido subjugação por séculos. Os Dhimmis (súditos não-muçulmanos de um estado muçulmano) são proibidos de construir casas de culto e reparar as já existentes e, além de serem economicamente incapacitados pelos pesados impostos (jizya) e socialmente humilhados, sofrem com a discriminação legalizada, são tidos como alvos das autoridades que os consideram criminosos e geralmente são mantidos num permanente estado de fraqueza, medo e vulnerabilidade pelos governos islâmicos.

Deve-se destacar que as conversões forçadas (Egito) e a escravidão (Sudão) ainda são denunciadas. Homossexuais enforcados em praça pública no Irã, adolescentes forçadas a casar com homens mais velhos, apóstatas ameaçados de morte, rotineiros assassinatos em nome da “honra”, mulheres legalmente tratadas como cidadãs de segunda classe, ainda que os homens muçulmanos insistam em dizer que elas são “mais bem tratadas” em seus países do que no ocidente… Estas manifestações mais óbvias acabam tirando o foco de outras menos evidentes como a ausência de investigação intelectual nas ciências, reduzido âmbito de escrita, artes e música praticamente inexistentes, uso e abuso sexual de jovens e mulheres, e um descaso para com a satisfação pessoal, a busca pela felicidade e a admiração da realidade. Olhe nos olhos de uma menina de 12 anos recém-casada e veja a consequência da depravação moral gerada pelo islã.

Tradução: Direita Realista

12 comentários

  • Andresa

    Muçulmanos mentem pra caramba. Eu sempre comento em sites de notícias estrangeiras, e eles sempre vem falar mentiras.

    Ontem (Páscoa) após o atentado no Paquistão, ainda não tinha sido dito quem havia feito o atentado. Porém, foi em um parque, e o texto da notícia (no Fox News) dizia que havia sido em um parque onde “cristãos estavam comemorando a páscoa”, e um paquistanês dá uma entrevista dizendo que é um local bastante frequentado por cristãos em dias festivos. Um muçulmano respondeu no meu comentário dizendo que mora perto desse parque e que todas as vítimas do ataque eram muçulmanas, mesmo sendo óbvio que não, em especial pela data do ataque.

    No Youtube tem MUITOS assim. Tentam convencer a gente de que os terroristas não são muçulmanos de verdade, e dizem que as mulheres muçulmanas “têm o mundo sob seus pés”, porém, não é isso o que vemos no semblante das poucas que podem mostrar seus rostos ou que conseguem fugir.

    Depois que comecei a fazer comentários nas postagens do Trump, vários muçulmanos me enviam solicitações de “amizade” todos os dias, tentando conversar comigo para me intimidar. Já fui xingada por eles várias vezes em vários sites, e já vi várias mulheres sendo xingadas também. Adoram chamar as mulheres de “prostitutas”, “imbecis”, e dizer que não temos valor e não servimos para nada.

    Eu achava que a eleição do Trump fosse nossa última chance, porém, agora eu vejo que só o Trump não vai ser o suficiente. Depois de ter conversado com tantos muçulmanos na internet, eu finalmente entendi que “é eles ou nós”, e se depender deles não vai haver convivência.

    Vejam este vídeo deles na Inglaterra protestando contra a polícia inglesa, com placas pedindo pela implantação da Shariah no Reino Unido e dizendo que a Shariah é “a única solução para os problemas do reino”:

    https://www.youtube.com/watch?v=f8WVkbXOHfM

    Engraçado que o maior problema do Reino Unido hoje é justamente a comunidade muçulmana.

  • Fábio Costa

    Precisamos urgentemente de uma nova cruzada.

  • Guima

    O crescimento da cruzada islâmica é preocupante, mas façam uma comparação com a questão política brasileira e verão que nós já estamos em guerra. Como? Substituam a palavra “islã” por “petista” no texto e verão que eu tenho razão!

  • Luis Antonio Galbiatti

    Eu sempre disse a todos os meus amigos que os Islã não prestava,que era formado por uma gente psicopata e sem escrúpulos e com raras e honrosas exceções eram um bando de assassinos e terroristas.Como respotas recebia o desprezo deles e pecha de racista,intolerante e xenófobo.Agora todos estão vendo os resultados e me dão razão.Eu não toca mais no assunto com eles.Apenas digo que ele verão a verdade quando eles chegaram ao Brasil com tudo.Ai quero ver até onde vai esse humanismo besta dos países democráticos e cristãos!

  • Luis Antonio Galbiatti

    Guima,acertou em cheio amigo.Nos também já temos nossos terroristas por aqui na figura repugnante do PT!

  • ALPHONSUS

    AS SURATAS 2.136 – 4.136 – 3.3 – 5.43,44,45,46,47,48,49,68 – 10.94,95 – 46.30 CONFIRMAM QUE A BÍBLIA É INSPIRADA POR DEUS. VÁRIAS SURATAS MENCIONAM OS NOMES DOS PERSONAGENS DA BÍBLIA. O ISLÃ POSSUE ESSA BRECHA, QUEM SE CONVERTE A DEUS PRECISA EVITAR OS PECADOS DOS 10 MANDAMENTOS E DO NOVO TESTAMENTO. O ERRO DAS LIDERANÇAS DO ISLÃ FOI A IDOLATRIA A MAOMÉ, A BÍBLIA PROTESTANTE TINHA QUE SER PUBLICADA PELAS EDITORAS ISLÂMICAS. TODO PAÍS POSSUI ESTRUTURA MESMO QUE FALHA DE LEIS, PRESÍDIOS, JUSTIÇA E POLÍCIA NÃO PRECISA DE SHARIA, NOS E.U.A EXISTE ATÉ PENA DE MORTE. O MUNDO TEM MAIS DE 7 BILHÕES DE HABITANTES, MAS DE 5 BILHÕES NÃO SÃO MUÇULMANOS, PRECISAMOS NOS UNIR MAIS E MAIS.

  • Marcia Sampaio

    Irmandade mulçumana se infiltrou nos EUA e Europa deste 1913 . E até o Bush no 11 de setembro ficou do lado dos mulçumanos dizendo que o islã são de paz. Existe uma inversão de valores absurdas aí que até as autoridades conseguem inverter. Pra quem não sabe recomendo o livro sobre a vida de maomé. Vou deixar 2 links até um é sobre o livro e o outro sobre a irmandade mulçumana.
    não acho que a imigração seja ´único problema existem outros a irmandade mulçumana é um deles.

    os ataques jihadistas vão ficar piores na Europa e EUA pois os presidentes tratam com terrorismo que na verdade são ataques do jihad . Usam este termo para não ofender os mulçumanos.

    Trump não vai resolver um problema que j´s vem lá de trás com um segmento espiritual maligno.

    https://www.youtube.com/watch?v=wGZiGsMaSLQ

    https://www.youtube.com/watch?v=3GTYtjeJRjQ

    https://www.youtube.com/watch?v=0E8_owx8qeE

    https://www.youtube.com/channel/UCJr0SRrynX6veeyVi9ZIk1g

  • 9 mil refugiados árabes foram aceitos. Você sabia disso? Isso significa terror no Brasil? Governo DILMA negocia receber mais REFUGIADOS árabes.
    http://osvaldoairesbadeeducaok.blogspot.com.br/2016/04/9-mil-refugiados-arabes-foram-aceitos.html

  • Bianca

    Andresa, sim já percebi isso. Comentei num vídeo de um ex-muçulmano depois veio um cara responder meu comentário falando que o islã seria a solução dos problemas do Reino Unido, e que seria um reino bem melhor quando o islã fosse maioria. A história tem nos mostrado que são uma religião pacífica, Índia, Paquistão e Afeganistão costumavam ser uma nação hindu, e o que são hoje? Paquistão e Afeganistão perseguem as minorias religiosas. Cristãos ainda pagam o jyzia, mas os hindus ou se convertem, ou morrem. Só há essas duas opções. Índia e muitos outros são exemplos, século passado tivemos o genocídio dos armênio, exatamente pelo fato de serem cristão, porque os turcos cansaram de ter cristãos os rodeando. Infelizmente os turcos contaram com a ajuda dos curdos. Que hoje são perseguidos pelos turcos, mesmo que as duas etnias sejam muçulmanas, mas os curdos terem uma mente mais aberta. E quando ao século passado, gregos e assírios também foram mortos durante a Primeira Guerra Mundial, juntamente com os armênios, e na segunda guerra, eles também tiveram seu dedo. Ou seja, depois que o islã nasceu, boa parte das guerras tiveram algo a ver com ele.

  • jorge saboya

    A mentira é sagrada para os muçumbas .

  • Sergio Silva

    E o Brasil encontra-se em qual estágio? No sistema educacional, já se vê esforços para substituir a cultura de origem filosófica grega e da religião cristã por práticas animistas e panteístas africanas e ameríndias. Os vultos pátrios são ignorados. Quem, hoje em dia, lê livros – ou conhece a história – de José Bonifácio de Andrada e Silva, Joaquim Nabuco, Rui Barbosa, e tantos outros? Do pouco que sei a respeito do assunto tratado neste artigo, que é ótimo, digo: O avanço dos inimigos da Cristandade, no Brasil, dão passos lentos, mas sempre avançam; eles não recuam, e ganham terreno, gradativamente, e são sorrateiros, e passam despercebidos, principalmente de formadores de opinião e de intelectuais orgânicos.

  • Kaue.os.sp

    A mídia brasileira irá abafar a islamização na Europa até não poder mais.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *