Decisão de Risco — um filme imperdível

Por Dave King [*]

Acabei de ver o novo filme Decisão de Risco e pensei que era muito esclarecedor no que diz respeito a nossa atual guerra tecnológica e ao nosso atual politicamente correto em relação aos fanáticos “religiosos” que estão matando milhares de pessoas e a defesa por parte da esquerda de qualquer inimigo que ameace a América.

O tema do filme gira em torno de pedir um drone americano para identificar e monitorar a captura de assassinos islâmicos de alto nível, enquanto os oficiais militares britânicos com sede em Londres coordenam o evento no Quênia. O dilema entra quando uma bela jovem queniana é vista vendendo pão no lado de fora da casa alvo, em que os terroristas são vistos simultaneamente usando coletes suicidas e armados com fuzis AK47, momento em que o objetivo muda de capturar para eliminar o alvo e coloca a jovem queniana em risco.

O filme demonstra um mundo Politicamente Correto que não permitirá que outras pessoas inteligentes atuem contra o mal para eliminá-lo e demonstra o fracasso da esquerda em tomar medidas que podem sacrificar uma pessoa inocente para salvar setenta ou mais pessoas inocentes.

Isso mostra a lentidão das burocracias que não podem aprovar uma ação necessária por causa do medo da imprensa progressista os condenarem e por se preocuparem com questões legais, na medida em que tentam proteger os espectadores inocentes de atentados terroristas e sua incapacidade de fazer mudanças rápidas em uma missão quando os fatos reais indicam que uma missão de “captura” deve mudar imediatamente para uma missão de “matar”.

Isso mostra o ódio e a maldade das pessoas que vestem coletes suicidas e carregam fuzis AK47 com a intenção de matar em um shopping nas proximidades, enquanto seus conterrâneos tentam ter uma vida decente, embora vivam na pobreza, e criar seus filhos nesta mistura horrível.

Isso mostra a preocupação que os soldados e pilotos, americanos e britânicos, têm para os pobres da África e do Oriente Médio, que devem viver e morrer na imundice imoral de seu país. As forças armadas são mostradas operando em um mundo político de faz-de-conta enquanto um mundo real de morte e destruição os impede de ajudar as pessoas que mais precisam de sua ajuda.

No final do filme, o elenco demonstra o cuidado e a preocupação com a vida e a liberdade do soldado ocidental moderno, enquanto os esquerdistas os acusam de serem maus e indiferentes com os pobres e marginalizados. O filme descreve detalhadamente a idiotice da guerra moderna e os procedimentos operacionais demasiadamente restritivos de Obama, onde ao invés de avançar para matar e, de outra forma, inibir o inimigo que jura matar pessoas inocentes em massa e prossegue para fazer exatamente isso, faz com que o tempo valioso seja desperdiçado determinando estimativas de danos colaterais para as vítimas inocentes nas proximidades que podem resultar do ataque.

A dificuldade das potências ocidentais decentes que querem proteger vidas inocentes a todo custo é contrastada com uma força assassina milenar que vai matar qualquer pessoa em qualquer lugar e se alegrar em fazê-lo, isso é evidenciado neste filme.

[*] Dave King. “Eye In The Sky, A Must-See Movie”. CDN, 7 de Abril de 2016.

Tradução: Cássia H.

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