As 10 melhores maneiras de educar seus amigos esquerdistas no Facebook…

Por Diane Schrader

ou em qualquer outra rede social. [Eis aqui] apenas algumas leves considerações de domingo…Todos vocês são blogueiros, vocês sabem disso. Se possuem uma conta no Facebook, é-lhes oferecida uma oportunidade de expressar suas opiniões diante da plateia composta pelos amigos do Facebook. Mais de nós deveria estar tirando vantagem dessa oportunidade.

Porque, a menos que você preserve, zelosamente, a pureza ideológica da sua lista de amigos do Facebook, limitando-a apenas a outras pessoas que também limitem suas respectivas listas a conservadores, você está sujeito a “logar” um dia e encontrar algum comentário espetacularmente irritante e/ou completamente estúpido, ao qual você deve responder. E eu estou dizendo que você PRECISA responder. (Veja #10, abaixo)

Agora, isso pode causar alguns estragos porque, de acordo com minha experiência, discussões em forma de textos tornam-se agressivas muito mais rapidamente do que em conversas cara a cara.  A maioria das pessoas é bem mais educada pessoalmente do que quando protegidas pelo relativo anonimato da tela de seus computadores, e isso vale em dobro para os esquerdistas.  E mais: muitas vezes, você se verá respondendo aos amigos dos seus amigos, e eles podem, muito bem, ser pessoas que você não conhece e com quem jamais terá um encontro pessoal, o que pode elevar os insultos a níveis estratosféricos. Mas, munido com estas dicas, você pode ter uma troca de ideias gratificante, esmagar o esquerdismo e preservar a sua dignidade.

10. Não deixe nenhuma idiotice esquerdista passar em branco

Essa é a regra básica. [Eis] um exemplo de um dos meus amigos no Facebook depois das eleições de terça-feira:

“Estou vendo os resultados das eleições e estou bastante assustada.”

Quando me deparei com esse status, vários amigos dessa pessoa, igualmente insensatos, já tinham entrado na conversa, apresentando variações sobre o tema, como “Aterrorizado!” e coisas do tipo. Esquerdistas raramente sentem a necessidade de explicar tais respostas impensadas ou de postar um link que nos leve a algo que sustente suas opiniões. No Mundo Esquerdista, simplesmente declarar algo já lhe confere autenticidade. Pronunciamentos presunçosos e vagos são a tática favorita. Sua primeira resposta deve ser uma pergunta simples, formulada como se você estivesse simples e inocentemente pedindo esclarecimentos – nesse caso: “O que é assustador?”.

Rota alternativa: cortar [o mimimi], imediatamente, com sarcasmo: “Sim, acho que impostos mais baixos, mais empregos, uma economia melhor e menos desperdício nos gastos poderia ser francamente assustador”.

 9. Desafie-os nos xingamentos

Como eles possuem poucos argumentos coerentes, a você, frequentemente, será atribuído algum nome desagradável. Permanecendo no exemplo das eleições que eu mencionei acima, quantos comentários você acha que levaram antes de eu ser chamada de “teabagger”? [NOTA: trocadilho vulgar aplicado aos simpatizantes do “Tea Party” (Partido do Chá), movimento político-social ligado às ideias direitistas. Teabagging, por outro lado, é um ato sexual.] Se você apostou dois [comentários], ding ding ding! Acertou! Quando eu disse que usar uma ofensa sexual e vulgar não acrescentava nada à qualidade da discussão, o cavalheiro em questão ofereceu a resposta comumente usada [por um esquerdista]: a de que ele “não quis dizer isso”.

“Se você me conhecesse, o que não é o caso, e [não] estivesse simplesmente fazendo suposições, saberia que eu não quis dizer isso…. Um “saquinho de chá” (tea bag), na minha casa, é simplesmente isto: um saquinho de chá. Minha mente não foi tão longe. Um Partido do Chá (Tea Party) deve ser constituído por um monte de saquinhos de chá de qualquer forma, certo? …se não, como cada membro é chamado? Folha de chá?”

Você pode notar todas as deixas que ele me deu? O mais óbvio, é claro, é que as palavras têm significados e, se alguém está negando desonestamente esses significados, então qualquer chance de uma discussão significativa desaparece. Demorou algumas trocas e vaivéns cansativos para esclarecer isso para ele; ele era um educando particularmente lento. Se forem lançados xingamentos diretamente contra você ou contra pessoas que pensam como você, não deixe que essa loucura fique impune.

8. Desafie-os a falhar na resposta

Todo mundo fica cansado quando uma discussão já dura há algum tempo, mas, se for possível de alguma forma, mantenha-se firme até eles se renderem. Lembre-se, você tem argumentos mais numerosos e superiores. Eu penso que a maioria dos esquerdistas simplesmente desiste quando ficam sem resposta, o que é muito revelador para aqueles que presenciam a conversa. Você poderia permitir que alguém se retirasse quieta e graciosamente, mas eu sempre induzo uma saída provocadora. Exemplo: “Chega dessa merda [de discussão]!”

Não, eles não terminaram. Só queriam dar um soco de despedida, então devolva o favor. Pergunte qual é a “merda” em debater um assunto. Mostre que parece que eles não têm mais provas das suas reivindicações. O que quer que você tenha que fazer, não deixe os desafiantes desistentes saírem dessa. E, se eles aparecerem de novo, depois de dizerem “Para mim chega!” (como eles quase sempre fazem) – sinta-se livre para dizer “Pensei que você tinha dito que ia sair da discussão!”

7. Desafie-os em acessos de raiva

Essa é para fazer o circo pegar fogo. É perceptível quando alguém perde o controle, porque uma birra verbal (ou virtual) é recheada de letras maiúsculas, pontos de exclamação e, geralmente, de uma profunda falta de gramática, ortografia ou lógica. Eles simplesmente disparam estas coisas em você:

Você é uma desgraça de ser HUMANO por que você não faz um favor ao mundo e se mata SUA V@DI@ FDP IDIOTA !!!!”

Poético, não? Nunca deixe que eles tenham a última palavra depois de uma afronta como essa. Essa atitude apenas encorajá-los-á a usar suas táticas de bullying em algum outro usuário do Facebook desavisado. De qualquer forma, por inúmeras razões, é crucial que você cultive uma atitude de zoação diante de tal acesso de raiva. Em primeiro lugar, isso te ajudará a evitar picos indesejáveis de pressão arterial. Em segundo lugar, vai impedi-lo de pagar na mesma moeda. É muito, muito mais eficiente exibir seu bom humor diante do descontrole emocional deles. Ainda que você sinta que está ficando com raiva, nunca os permita vê-lo suar. Vire o jogo contra eles: “Entendi. Será que alguém esqueceu os remédios hoje de manhã?” Permaneça o adulto no controle, indulgente e divertido. Você vai enlouquecê-los!

6. Desafie-os nas palavras de baixo calão

Nós já cobrimos isso de alguma maneira na seção sobre birras, mas vale a pena ressaltar que você nunca deve usar palavras de baixo calão, e, quando eles (invariavelmente) o fizerem, imediatamente use a postura de adulto indulgente que acabamos de descrever: “Ai, ai, ai! Alguém aqui precisa lavar a boca com sabão?”.

Rota alternativa: lembrete imediato e conciso de regra [básica]: “Palavras de baixo calão são sinal de um vocabulário limitado. Seja gentil e evite usá-las, já que são antitéticas em uma discussão civilizada”.

5. Desafie-os ao fugirem do assunto ou distraírem-se.

Às vezes, quando os esquerdistas estão perdendo uma discussão, eles tentam mudar o assunto. Isso pode ser realmente divertido se você imediatamente derrotá-los no novo tópico também, mas, geralmente, é importante lembrá-los rapidamente de que eles estão fugindo do assunto.

Outra situação frustrante é quando várias pessoas estão contribuindo para a discussão e os esquerdistas distraem-se (ou se fazem de distraídos) com um aspecto periférico mencionado na conversa. “Oh, eu adoro um bom pote de Earl Grey, mas meu marido gosta de Darjeeling[1]. Você pode trazê-los, gentilmente, de volta ao tópico em pauta ou, se demonstrarem humildade suficiente, você pode escolher deixá-los fugir. Essa tática pode, afinal, significar a tentativa deles de fazer uma saída elegante.

4. Desafie-os a descaracterizar suas declarações

Isso é muito importante. Certifique-se de ler cuidadosamente o que eles estão dizendo, e impeça-os de terem QUALQUER margem para reapresentarem suas posições (Você pode reapresentá-las, se desejar, porque é responsabilidade deles chamarem a sua atenção por isso – e eles quase nunca o farão). Não permita que eles mudem o significado de suas palavras ou façam suposições.

Na postagem sobre as eleições, eu pedi, inúmeras vezes, por um exemplo específico, substantivo, a respeito do que era assustador nas eleições (depois de o meu oponente ter esgotado todo o “eu não quis dizer que você é uma teabagger”). Reproduzida aqui, em toda a sua glória original, eis a resposta:

“Qual ponto por você levantado na minha resposta gostaria que fosse acompanhado por fundamentação? Você levantou pouquíssimos pontos sobre os quais eu sinta que você se importe em ouvir o outro lado. Você deixou claro que apenas escuta um lado de uma questão, de qualquer forma. Acho que não sabia que estávamos discutindo alguma coisa. Nós estamos? O que nós estamos discutindo? O fato de que o resultado das eleições foram assustadores?”.

Eu sei o que está pensando: esse cara está abrindo a guarda! Às vezes, tem tanta brecha para atacar que não sabemos nem por onde começar. Estupidez absoluta é difícil de ignorar, mas, nesse caso, o ponto óbvio imediato que precisava ser destacado era que ele descaracterizou minhas declarações ao tentar me pintar como desinteressada pela sua opinião – quando, na verdade, eu tinha acabado de pedir a opinião dele. Simplesmente indicar isso foi a melhor resposta.

3. Desafie-os nas mentiras descaradas

Como já descrevi, a declaração original da minha amiga era que ela estava assustada com os resultados das eleições. Os outros amigos dela entraram na conversa demonstrando o quanto estavam horrorizados, e um disse que queria se mudar para o Canadá. (Tudo isso sem uma razão específica – apenas porque as eleições foram “assustadoras”). Logo depois do comentário irracional que dizia “o que estamos discutindo”, mencionado acima, a amiga [que fez a postagem] escreveu este disparate:

“Talvez seja inteligente reler meu post original. Eu nunca mencionei o ‘outro lado’ ou estar com medo de ‘inimigos’. Apenas estar assustada com os resultados das eleições… o que inclui, incidentalmente, o baixo comparecimento às urnas e uma série de outras preocupações que não têm nada a ver com um determinado republicano ou democrata”.

Hahahaha. Essa é muito fácil. Baixo comparecimento às urnas! Isso estava fazendo as pessoas quererem mudar para o Canadá! Desnecessário dizer, eu fui forçada a apontar a desonestidade terrivelmente óbvia da sua declaração.

2. Desafie-os em cada declaração inadequada

Às vezes, como em alguns dos exemplos que citei, existe tanto material para responder que você talvez fique tentado a deixar algumas coisas passarem. Isso, é claro, é um julgamento que depende de quão perto você quer se manter do seu ponto inicial. Mas eu gosto de colocá-los em uma situação constrangedora a cada comentário inadequado proferido.

Outra pessoa, no tópico sobre eleições (aparentemente só tem esquerdistas nessa lista de amigos), postou esta informação útil:

“Toda vez que eu leio sobre pessoas gritando sobre Estado inchado e impostos demasiados, meu marido e eu lembramo-nos imediatamente de que a maioria das pessoas não é muito inteligente. Estou chocada com a ignorância e a falta de profundidade que vejo”.

Por favor, note que, de acordo com a cartilha esquerdista, ela não oferece nenhum argumento a favor da sua opinião, mas, em vez disso, diz que (a) conservadores gritam, (b) ela e seu marido são mais inteligentes que a maioria dessas pessoas e (c) essas pessoas são ignorantes e superficiais.

É importante tirar um momento para apontar isso tudo.

1. Desafie-os a se sentirem “ofendidos”

Depois que apontei uma série de declarações inapropriadas feitas por outro escritor na questão da eleição (ver #2), finalmente chegamos ao ponto nevrálgico da indignação esquerdista – a oportunidade de se fazer de vítima ofendida. Nesse caso, o mimimi cansativo, mas totalmente previsível, veio da escritora original, que ME acusou de insultar os seus amigos. Nesse ponto, muitas vezes é útil fornecer um sumário breve da questão toda… algo como estas linhas:

 

  1. RB faz uma piada sobre o fato de as eleições serem assustadoras.
  1. PB diz que a situação é terrível e que ele quer se mudar para o Canadá.
  1. Diane pergunta o que é assustador.
  1. PB a chama de teabagger.
  1. Diane sugere que esse não é um argumento eficaz.
  1. PB diz que Diane não pode saber o que ele realmente estava pensando quando a chamou de teabagger.
  1. Diane diz que as palavras têm significado, e pergunta se ele vai responder a sua pergunta.
  1. PB diz que ela só se preocupa com a sua própria opinião.
  1. Diane observa, mais uma vez, que ela acabou de pedir justamente a opinião dele.
  1. RB diz que quando ela afirmou que as eleições eram assustadoras, ela quis dizer que estava com medo do baixo comparecimento às urnas.
  1. Diane ri histericamente.
  1. AC entra na conversa para noticiar que ela e seu marido são mais espertos do que todos os gritadores conservadores estúpidos, ignorantes e superficiais.
  1. Diane suspira e salienta que este também não é um argumento, mas simplesmente um ataque “ad hominem”.
  1. RB acusa Diane de insultar seus amigos, os quais, implícita ou abertamente, declararam que Diane é uma estúpida, ignorante, superficial, escandalosa, teabagger que não vai ouvir o outro lado. Embora eles nunca tenham declarado o lado deles.

Ahhh … Discutir com esquerdistas. Às vezes é como tirar doce de criança. Mas lembrem-se, quase sempre outras pessoas estão à espreita, lendo, e considerando. Fique tranquilo (fácil de dizer, difícil de fazer – eu certamente atingi minha cota de erros nisso) e tente ser a pessoa mais sensata. Os leitores que espreitam serão capazes de ver quem está apresentando pensamentos racionais, e quem está caindo em histerismo. Eu acho que quer dizer alguma coisa o fato de que, nessa discussão que usei como exemplo, alguns dos participantes voltaram no dia seguinte e apagaram todos os seus comentários. Aparentemente, mesmo eles, eventualmente, reconheceram quão tolos soaram. Ponto.

[*] Diane Schrader. “Top 10 ways to school your leftist friends on facebook”. News Real Blog, 7 de Novembro de 2010.

Tradução: Fernanda Ferreira

Revisão: Hugo Silver

Revisão Gramatical: Gleice Queiroz

[1] Earl Grey e Darjeeling são tipos de chá.

4 comentários

  • Essa moça, Diane Schrader, deveria prestar assessoria ao Bolsonaro. Ele ficaria ainda mais preparado contra as provocações esquerdopatas.

  • Rogério P

    Achei interessante o artigo, especialmente pela intenção de se “educar esquerdistas”, visto que muitos deles são assim porque ainda não aprenderam a agir de outra forma, análoga a de crianças birrentas e inconsequentes.

  • Erik

    Muito bom, mas eu já perdi a paciência com esquerdistas. Ninguém, em sã consciência, é esquerdista. É impossível que uma pessoa ADULTA normal seja esquerdista, a não ser que:
    1 – É um babaca arrogante que tem CERTEZA que é mais EVOLUÍDO e INTELIGENTE que qualquer ser a sua volta (complexo de burguesinho Che Quervara). Essa é a categoria dos universotários, atriz & modelo, músico de MPB e similares que vivem de uma bola da lei Roubanet;
    2 – É um canalha que recebe FAVORES ($) de bandidões de partidos (isso tem aos montes!) e se diz jornalista ou empresário ou ;
    3 – É o próprio bandidão de partido (ou sindicato, ou coletivo, ou movimento social , ou DA de faculdade de humanas). Essa é a categoria de bandidos que deveriam ser presos.

    Colocadas as categorias, porque perder tempo discutindo com imbecil ou canalha??

  • Lucas Ferreira de Figueiredo

    Cara, isso é só o início. Tem os esquerdistas que mentem através dos dados estatísticos, para lidar com esses são necessárias mais formas de reagir. Mas se você objetivar o que é o assunto de discussão, que já vai dificultar imensamente a forma de discussão deles, basta você ver para aquele comentário da Pitty sobre o cara que disse que ela cantava mal e devia ir para cozinha que ela invocou os gays e os negros na resposta, sendo que o cara não falou nada sobre negros e gays. Erik, como o Olavo de Carvalho disse: A covardia é má conselheira. E como está escrito na Bíblia: Aquele que sabe o que é certo e não faz, comete pecado.

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