A Planned Parenthood e o Extermínio dos Indesejáveis

Margaret-Sanger-1915Margaret Sanger (1879 – 1966) foi uma militante esquerdista, supremacista branca e adepta da eugenia — ideologia cujo alvo é filtrar a sociedade de seus “elementos indesejáveis”, isto é, grupos de pessoas consideradas “inferiores” e “prejudiciais” ao desenvolvimento de uma comunidade (Aldolf Hitler foi, talvez, o mais conhecido eugenista de todos os tempos). O desprezo de Sanger pelos deficientes, negros e outros grupos marginalizados a inspirou a fundar a maior rede de clínicas abortistas dos EUA, a Planned Parenthood. E a respeito destes, Sanger disse:

Nossa falha em segregar os idiotas que crescem e se multiplicam demonstra nosso sentimentalismo extravagante e irresponsável. [A filantropia] encoraja os setores mais saudáveis e funcionais de nossa sociedade a levar o fardo da fecundidade irresponsável e indiscriminada dos demais, o que resulta — o leitor concordará — no peso morto do desperdício humano. Ao invés de reduzir e eliminar as maltas mais prejudiciais ao futuro da raça e do mundo, ela tende a elevá-las a um nível dominante ameaçador… [n]ós pagamos e nos submetemos aos ditames de uma classe cada vez maior de seres humanos que jamais deveriam ter nascido.[1]

planned parenthoodSanger via no controle populacional uma “prática moral” que resultaria em uma raça mais pura [2]. Desde sua concepção, a Planned Parenthood tem como objetivo exterminar aquele lote de indivíduos considerados “inapropriados” para fazer parte da sociedade ideal — de acordo com padrões eugenistas. Atualmente, clínicas da Planned Parenthood estão estrategicamente espalhadas em bairros negros nos EUA [3] e uma mulher negra americana é 5 vezes mais propensa a realizar um aborto do que uma mulher branca [4].

Em 2012, Sanger figurou na lista dos “20 americanos mais influentes de todos os tempos” da revista Time [5]. Venerada por políticos como Hillary Clinton [6], seu legado — o Extermínio dos Indesejáveis — permanece e seu espírito ainda vive, 50 anos após a sua morte, na retórica progressista politicamente correta da “liberdade” e do “direito de escolha” da mulher.

#hsilver

Referências:

[1] Margaret Sanger. The Pivot of Civilization, 1922. – http://goo.gl/82wLqd
[2] Margaret Sanger. Morality and Birth Control. – http://goo.gl/hT9cPM
[3] De acordo com o neurocirurgião Ben Carson – http://goo.gl/EGa6F0
[4] The Guttmacher Institute – https://goo.gl/h11prn
[5] Margaret Sanger. Freedom Fighter. Time Magazine, 2012. – http://goo.gl/wFPYQf
[6] Mona Charen. Mrs. Clinton Can’t Defend Patron Saint of Planned Parenthood. National Review, 2009. – http://goo.gl/gyF0u1

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