A “democracia” da ONU é uma ameaça às soberanias nacionais

O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento (CEBDS) [http://cebds.org/empresas/] é uma instituição fundada em 1997 que através da Ação 2020 [http://cebds.org/projetos/acao-2020/#.WfyUdtRrwSl] prepara o terreno para a implementação da Vision 2050 no Brasil.

O relatório Vision 2050 [http://bit.ly/2zbjrNE] é “uma peça de consenso que foi compilada por 29 empresas líderes mundiais de 14 segmentos e é o resultado de esforços combinados de 18 meses entre CEOs e especialistas e de diálogos com mais de 200 empresas e entidades externas em cerca de 20 países. “Em português claro, multinacionais e CEOs vão ditar a todos nós como devemos viver em 2050, não há liberdade de escolha.

Você sabia que o Brasil colabora com a Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, México, Panamá, Peru, Uruguai, Honduras e Nicarágua no desenvolvimento de uma pesquisa de CEO para coletar a perspectiva empresarial em vários temas relacionados à “sustentabilidade”?

E quem colabora no Brasil [http://globalnetwork.wbcsd.org/] com a distopia globalista?

Empresas e Bancos: Accenture, Alcoa, Abril, Anglo American, ArcelorMittal, Bayer, DNV GL , Dow Chemical Co., EDP, Ernst & Young, GE, Lafarge, L´Oréal, Pepsico, Phillips Petroleum Co., Pirelli, Solvay, Syngenta, Unilever, Abralatas, AEGEA Saneamento, Alcoa, Amaggi, Ambev, Amil, Anglo American, ArcelorMittal, Banco do Brasil, Banco Votorantim, BASF, BNDES, Bradesco, Bradesco Seguros, Braskem, Caixa, Casa da Moeda, Cemig, Coca-Cola, CPFL Energia, CPFL Renováveis, DNV GL, Eletrobras, Eletronuclear, Fibria, Furnas, Grupo Abril, Grupo Abril, GRUPO BB E MAPFRE, Grupo Boticário, Grupo Lorentzen, Ipiranga, Itaú, KPMG, LATAM, Masisa, Michelin, Monsanto, Natura, NEOENERGIA, Nestlé, Petrobras, Santander, Schneider Electric, Shell, Siemens, Suzano Papel e Celulose, Ticket Log, Unilever, Vale, VESTAS, Votorantim, VOTORANTIM CIMENTOS.

Orgãos públicos, Universidades e Institutos: Ministério do Meio Ambiente, Ministério do Desenvolvimento, Ministério das Indústrias, Ministério das Relações Exteriores, CNI (Confederação Nacional das Indústrias), Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Instituto Ethos, Fundação Getulio Vargas (FGV), UFRJ, World Resource Institute, Konrad Adenauer Stifung, CNseg, Rio +B, Life, University of Cambridge: Institute for Sustentability Leadership, Iniciativa Empresarial em Clima, UNEP Finance Initiative.

Pois é, a Agenda 21 da ONU se transformou na Agenda 2030 e agora na Vision 2050, um plano para forçar 9 bilhões de pessoas a viver pela prescrição globalista de “viver bem e dentro dos recursos do planeta”.

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