A Guerra na Síria e o surgimento do Estado Islâmico

“A guerra é a continuação da política por outros meios”, como bem falou Clausewitz, e o conflíto atual da Síria tem sido um autêntico xadrês político. Um conflíto regional assumiu uma proporção cósmica, e o motivo desta Guerra de Influencia começa pela busca voz política na região e termina com interesses ligados ao petróleo e a guerra energética, que queiramos ou não terá de beneficiar alguém (ou a Rússia de Putin, ou o Islamismo, ou as democracias ocidentais), e ninguém quer sair perdendo. A polpulação é a mais sai afetada. Quase se ouve o clamor dessa nova geração que assiste impassiva a guerra: “A amargura por dentro/ Está crescendo como o rescém nascido/ Quando tens visto, visto/ Demais, tão jovem, jovens/ Sem almas por toda a parte” (Muse: New Born).

Os Tradutores de Direita se comprometeram a trazer-vos alguns vídeos que explicassem o conflito político do médio oriente, e o nada está mais sonante do que a atual guerra na Síria. A Rússia procura restaurar sua grandeza no mundo, e os EUA lutam para manter sua hegemonia atual. Mas neste conflito, diga-se, a Rússia tem saído por cima até aqui.

As interpretações são várias, mas essa Guerra de Influência (onde potências se degladiam indiretamente) começou em eventos anteriores, como a guerra no Afeganistão e depois a guerra no Iraque. A nossa imprensa ocultou vários fatos, mas não que George W. Bush tinha invadido o Iraque com o falso pretexto das armas químicas, com o real interesse pelo petróleo e nada mais. Não foram encontradas as armas químicas no Iraque, mas a inteligência insitiu que elas tinham sido transferidas para a Síria (que por acaso, nem apoiava Saddam – o que leva muitos a desconfiar se realmente havia verdade no assunto). O fato é que Bashar al-Assad, líder da Síria, chegou a usar armas químicas contra a própria população, o que despertou a fúria norte-americana. No fim, no entanto, a Rússia, que apoiava Assad, depois de muito bafáfá da imprensa, saiu por cima levando Vladmir Putin a quase ganhar o Nobel da Paz, enquando Obama, mais uma vez, fez os EUA ficarem por baixo, depois da Síria concordar destruir seu arsenal químico na Itália com a intermediação internacional. Obama sabia que outra guerra levaria os EUA a aprofundar ainda mais a dívida que ele já conseguiu DOBRAR, desde sua primeira eleição. E nesta questão do Médio Oriente Obama tem sido um grande perjurário político para os norte-americanos.

 

Tradução: Erick Lima

Revisão: Israel Pestana

Visite www.tradutoresdedireita.org

Siga nosso canal no Youtube:
https://www.youtube.com/channel/UCJqOdpqndf1MPequlvDgGkA

Caso queira colaborar, mande uma mensagem para nossa página no Facebook

Link para o vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=NKb9GVU8bHE

 

1 comentário

  • Acredito que realmente não vai ser a água que irá desencadear uma guerra, mas esses conflitos no Oriente Médio que vai e vem com maior intensidade.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *